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domingo, 23 de março de 2014

"A vida é como o vento de Outono...Ela se encarrega de levar tudo o que não deve permanecer em você." (AD)

 
 
 
 
Folhas de Outuno
(Autumn Leaves-Ed Sheeran)
 
Outro dia, outra vida
Passa como a minha
Não é complicado
 
Outra mente
Outra alma
Outro corpo a envelhecer
Não é complicado
 
Você já se perguntou se as estrelas brilham para você?
Flutuam baixo
Como folhas de outono

Silêncio agora
Feche os olhos antes do sono
E as milhas de distância
E ontem você estava aqui comigo
 
Outra lágrima
Outro choro
Outro lugar para nós morrermos
Não é complicado
 
Outra vida que se foi para o lixo
Outra luz perdida de seu rosto
É complicado
 
Será apenas imaginação ou os pássaros ainda cantam para você?
Flutuam baixo
Como folhas de outono

Silêncio agora
Feche os olhos antes de dormir
E você está a milhas de distância
E ontem você estava aqui comigo
 
Ooh como eu sinto sua falta
Minha sinfonia coloca a música que te leva para fora
Ooh como eu sinto sua falta
Sinto saudades de você e eu gostaria que você ficasse
É de se admirar que as estrelas brilham para você?
Flutuam baixo
Como folhas de outono

Silêncio agora
Feche os olhos antes de dormir
E você está a milhas de distância
E ontem você estava aqui comigo
Flutuam baixo
Como folhas de outono

Silêncio agora
Feche os olhos antes do sono
E você está a milhas de distância
E ontem você estava aqui comigo
 
Ooh oh, ooh oh
Ooh oh, ooh oh
Aterrise
Como um sete quatro sete
Fique e viveremos para sempre agora
 
 
 
Autumn Leaves
(Ed Sheeran)

Another day another life
Passes by just like mine
It's not complicated
 
Another mind
Another soul
Another body to grow old
It's not complicated
 
Do you ever wonder if the stars shine out for you?
Float down
Like autumn leaves

Hush now
Close your eyes before the sleep
And your miles away
And yesterday you were here with me
 
Another tear
Another cry
Another place for us to die

Its not complicated
Another life that's gone to waste
Another light lost from your face
It's complicated
Is it that it's over or do birds still sing for you?
Float down
Like autumn leaves

Hush now
Close your eyes before the sleep
And your miles away
And yesterday you were here with me
 
Ooh how i miss you
My symphony places the song that carries you out
Ooh how i miss you
I miss you and i wish you'd stay
Is it any wonder that the stars shine out for you?
Float down
Like autumn leaves

Hush now
Close your eyes before the sleep
And your miles away
And yesterday you were here with me
Float down
Like autumn leaves

Hush now
Close your eyes before the sleep
And your miles away
And yesterday you were here with me
 
Ooh oh, ooh oh
Ooh oh, ooh oh
Touch down
Like a seven four seven
Stay out and we'll live forever now
 
  
 

Edward Christopher "Ed" Sheeran (Halifax, Inglaterra, 17 de fevereiro de 1991)
é um cantor e compositor britânico, que recentemente assinou contrato com a Asylum
/ Atlantic Records. Sheeran rompeu comercialmente em junho de 2011, quando seu
single de estreia "The A Team" estreou em número 3 na parada do Reino Unido

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CANÇÃO DE OUTONO
 
 Perdoa-me, folha seca,
 não posso cuidar de ti.
 Vim para amar neste mundo,
 e até do amor me perdi.
 De que serviu tecer flores
 pelas areias do chão,
 se havia gente dormindo
 sobre o própro coração?
 E não pude levantá-la!
 Choro pelo que não fiz.
 E pela minha fraqueza
 é que sou triste e infeliz.
 Perdoa-me, folha seca!
 Meus olhos sem força estão
 velando e rogando áqueles
 que não se levantarão...
 
(Cecília Meireles)
 
 

Crepúsculo de Outono
 
 O crepúsculo cai, manso como uma benção.
 Dir-se-á que o rio chora a prisão de seu leito...
 As grandes mãos da sombra evangélicas pensam
 As feridas que a vida abriu em cada peito.

 O outono amarelece e despoja os lariços.
 Um corvo passa e grasna, e deixa esparso no ar
 O terror augural de encantos e feitiços.
 As flores morrem. Toda a relva entra a murchar.

 Os pinheiros porém viçam, e serão breve
 Todo o verde que a vista espairecendo vejas,
 Mais negros sobre a alvura unânime da neve,
 Altos e espirituais como flechas de igrejas.

 Um sino plange. A sua voz ritma o murmúrio
 Do rio, e isso parece a voz da solidão.
 E essa voz enche o vale...o horizonte purpúreo...
 Consoladora como um divino perdão.

 O sol fundiu a neve. A folhagem vermelha
 Reponta. Apenas há, nos barrancos retortos,
 Flocos, que a luz do poente extática semelha
 A um rebanho infeliz de cordeirinhos mortos.

 A sombra casa os sons numa grave harmonia.
 E tamanha esperança e uma tão grande paz
 Avultam do clarão que cinge a serrania,
 Como se houvesse aurora e o mar cantando atrás.
 
(Manoel Bandeira)
 
 
 
 

O BEIJA-FLOR NO OUTONO
Elias Akhenaton
 
É manhã de outono. O beija-flor no galho,
Parado, chora com saudade da bela flor.
No ar voam folhas secas do pé de carvalho
Que caem, doirando o solo, d'uma única cor.
Oh passarinho, não chores! É o trabalho
Da natureza, do Grande Arquiteto criador.
Olhai a alegria do prateado e divino orvalho
Que vem serenando com seu encanto e amor.
Encontrarás tua flor brotada noutra estação,
Porque este momento, este ciclo, vai passar.
O tempo de Deus é perfeito, agora é renovação.
Vai, voa, renova à força, a fé do teu coração,
Volta a bater tuas asas, em teu trepidante bailar,
Enxuga teu pranto... Canta tua doce canção!
 Tu és a folha de outono
 voante pelo jardim.
 Deixo-te a minha saudade
 - a melhor parte de mim.
 Certa de que tudo é vão.
 Que tudo é menos que o vento,
 menos que as folhas do chão...
 
 


''ESTRELAS DE OUTONO''
 
Folhas secas e amarelas
A cair, leves, no chão,
Trazem segredos que o verão
Contou, de ti, às estrelas
Quando, amor, no meio delas
Brilhavas e teu clarão
Lhes dava a doce ilusão
De serem flores, das mais belas!
De teu sorriso, a alegria,
De teu olhar a esperança
Que ao peito dá confiança
E à noite a luz, que nem dia
Elas me falam; mas, fria
A aragem do vento dança
E, humedecendo a lembrança,
Lhes torna a vida sombria!
E as saudades do luar
De Agosto, nas noites claras,
Das praias que iluminaras
Com teus olhos cor de mar,
Já só lhes deixam sonhar
Que as alegrias, tão caras
E, agora, mais e mais raras,
Desse tempo hão de voltar!
 
(Joaquim do Carmo
de 'Amanhecer pelo fim da tarde'
Pag. 80.-Do blog : A Poesia de Portugal)
 
 

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